Projeto vestígios Açorianos
Valorização da cultura açoriana, retratada em placas de cerâmica similares aos antigos azulejos portugueses.
Diferentes estilos arquitetônicos, marcam a contribuição de outros povos que vieram colonizar o Rio Grande Do Sul. Estampando azulejos em estilo português, a integração entre estas culturas são retratadas através da eclética arquitetura. Demonstrando a marcante influencia da arte açoriana, modernas construções e cartões postais das cidades, são transformados em antigos azulejos coloniais, estabelecendo elo entre o passado e presente. As placas são também um presente as cidades integrantes do projeto Vestígios Açorianos, que procurou encontrar mesmo em cidades colonizadas por outros povos, alguns vestígios deixados por imigrantes que tenham passado ou se estabelecido nestas cidades.
Agradeço aos participantes do projeto, foi uma grande alegria conhecer tantas pessoas e cidades, estabelecendo vinco com elas.
Por algumas, me apaixonei; Piratini, Rio Pardo, Canguçu, cidades históricas, inspiraram um novo trabalho literário. Das quatorze cidades contempladas, somente duas não demonstraram interesse em receber as placas. portanto, as peças referentes as cidades de Rio Grande e Jaguarão, serão doadas ao Museu Açoriano Rio Grandense, que fará uso apropriado. Concluir um trabalho tão desafiador, tendo dificuldade em algumas cidades em conseguir autorizações das instalação das peças, é sempre um alivio. Mas é também uma sensação boa, de dever cumprido. Quando retornei as cidades, algumas placas haviam sido depredas, ficara a lembrança e a poesia das cartas de imigrantes, publicadas aqui. Aos interessados em saber por que alguns camponeses deixaram famílias nas ilha dos açores e embarcaram em contingentes navios; desvendem este blog.
Por algumas, me apaixonei; Piratini, Rio Pardo, Canguçu, cidades históricas, inspiraram um novo trabalho literário. Das quatorze cidades contempladas, somente duas não demonstraram interesse em receber as placas. portanto, as peças referentes as cidades de Rio Grande e Jaguarão, serão doadas ao Museu Açoriano Rio Grandense, que fará uso apropriado. Concluir um trabalho tão desafiador, tendo dificuldade em algumas cidades em conseguir autorizações das instalação das peças, é sempre um alivio. Mas é também uma sensação boa, de dever cumprido. Quando retornei as cidades, algumas placas haviam sido depredas, ficara a lembrança e a poesia das cartas de imigrantes, publicadas aqui. Aos interessados em saber por que alguns camponeses deixaram famílias nas ilha dos açores e embarcaram em contingentes navios; desvendem este blog.
Denize Domingos


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